retrospectiva 2013
Criação Literária

Retrospectiva 2013: os posts de mais sucesso no ano que passou

Retrospectiva 2013: os posts de mais sucesso no ano que passou.

Final de ano é época de retrospectiva: desde aquela tradicional que nos acostumamos a ver na telinha da tevê até a pessoal, que fazemos no silêncio de nossos pensamentos, tentando entender o que deu e o que não deu certo no período que se encerra. Pois hoje, última dia de 2013, é a vez da retrospectiva aqui no blog. Olhar para trás e ver que posts foram mais visitados é uma experiência enriquecedora: nem sempre os que achamos melhores são os que realmente fazem mais sucesso. E assim, de post em post, vamos entendendo o que as pessoas estão buscando.

Nesta retrospectiva reveja os posts mais visitados

São apenas cinco meses de existência do blog, e às vezes parece muito mais. Foram tantas as surpresas, as alegrias, os novos amigos que fiz por aqui que parece que o blog da Ronize Aline já está um tempão na estrada. Com o objetivo de ajudar quem quer ser escritor – ou quem já é mas está sempre buscando algo a mais – os posts têm apresentado técnicas de criação literária, exercícios de escrita criativa, dicas do mercado editorial, resenhas de livros e entrevistas com escritores, ilustradores e outros profissionais que trabalham com literatura. Então, para quem perdeu algum ou está querendo rever o que passou por aqui, o blog traz uma retrospectiva 2013 dos posts que fizeram mais sucesso ao longo de sua [ainda] curta existência.

retrospectiva 2013

12º lugar

Casal literário: Alex Gomes e Cris Alhadeff

Literatura infantojuvenil é um casamento perfeito entre texto e imagem. A autoria é dividida entre o autor do texto e o ilustrador, que é o autor das imagens que contam a história junto com o texto. E quando essa parceria extrapola os limites da literatura e adentra o universo pessoal podemos dizer que há um casamento mais do que perfeito? Vamos saber como é esse casamento entre escritor e ilustradora conversando com o casal literário Alex Gomes e Cris Alhadeff.

11º lugar

5 vilões para se inspirar

O que seria da literatura sem os vilões? Em se tratando de criação literária, eles costumam ser muito mais bem construídos e densos do que os mocinhos. E, por conta disso, também muito mais cativantes. Não há quem não tenha seu vilão favorito. Para esse artigo trouxemos cinco vilões inesquecíveis que, por sua complexidade e características, são grandes inspirações para quem quer criar sua própria versão do mal. Atenção: este artigo contém spoilers.

10º lugar

Como fisgar o leitor já no primeiro parágrafo

Há quem diga que um livro pode até começar bem e terminar mal, mas dificilmente um livro que tenha começado mal consegue terminar bem. Daí já se pode ter uma noção da importância de um primeiro parágrafo que prenda o leitor para o resto da leitura. No último artigo foram mostradas aberturas instigantes de livros que ficaram famosos. Hoje serão dadas dicas de criação literária para construir um começo criativo e atraente.

9º lugar

Tecendo os fios de prata

A criação artística sempre manteve estreita ligação com o cenário dos sonhos, onde os rígidos limites racionais são rompidos e as possibilidades mais delirantes ganham forma. Criar é ousar, romper barreiras, arriscar, pensar fora da caixa, como diriam os americanos (think outside the box, no original). Criar é sonhar acordado. Ou sonhar desperto, como diria Raphael Draccon em seu Fios de Prata: reconstruindo Sandman, cuja resenha apresento abaixo.

LEIA  O que os personagens de Robin Williams nos ensinam

 8º lugar

A melhor editora para o seu livro

Há quem diga que a melhor editora para o seu livro é aquela que decidir publicá-lo. Mas, antes disso, há um (geralmente) longo caminho pela frente. Nesse artigo irei dar algumas dicas de mercado editorial sobre como escolher as editoras com maior potencial de editarem seu original. Já comentei que foram nove anos desde o momento em que considerei meu primeiro livro, O dono da Lua, pronto para publicação até ele ser efetivamente editado.

7º lugar

Conheça os personagens básicos do romance

Assim como na vida real, o que move um romance são seus personagens. Histórias são sobre pessoas. São elas, suas vidas, escolhas, erros e acertos que nos interessam. Gostamos de nos identificar com elas, suas dores, suas vitórias. Ou não, preferimos nos distanciar daquele estereótipo. Mas sempre é sobre pessoas. Já dissemos aqui que, quanto mais próximo de pessoas reais, mais chances um personagem tem de arrebatar o leitor. E por mais próximo entenda-se mais aprofundado, cheio de bons e maus momentos, dúvidas e até mesmo inconsistências. Neste artigo iremos tratar dos personagens básicos na construção de um enredo.

ilustração para Anete, nariz de chiclete
Anete, personagem de “Anete, nariz de chiclete”. Ilustração de Bruna Assis Brasil

 6º lugar

20 regras para escrever um romance policial

Histórias de detetive costumam atrair leitores de várias idades com sua narrativa permeada por recursos como medo, mistério, investigação, curiosidade, assombro e inquietação. Um crime e um personagem disposto a desvendá-lo: esses são os elementos fundamentais de uma narrativa do gênero, como pode-se verificar no romance precursor desse tipo de obra, Os crimes da Rua Morgue, de Edgar Allan Poe. No livro, o personagem Auguste Dupin, após chegar ao local onde duas mulheres foram assassinadas com requintes de brutalidade, consegue descobrir quem era o assassino por meio de raciocínio lógico. Mas será que existem regras que ajudam a escrever um romance policial? Nesse artigo vamos mostrar as 20 regras para histórias de detetive escritas por S.S Van Dine, quem sabe elas não te ajudam a escrever o próximo romance?

5º lugar

Escreva como Umberto Eco: 6 técnicas para construir um romance

Além de seus trabalhos acadêmicos, nas áreas de Filosofia e Linguística, Umberto Eco também é conhecido por seus romances que misturam personagens reais e fictícios em tramas elaboradas a partir de uma riqueza de elementos históricos. Mas como terá sido o processo de criação desses romances? Em que técnicas usadas por Eco podemos nos basear para construirmos nossas próprias histórias? No artigo de hoje iremos conferir seis técnicas utilizadas pelo autor para criar suas obras.

4º lugar

LEIA  O Código Agatha Christie: como criar best-sellers

Como criar um personagem

Um dos tópicos mais discutidos em criação literária é a construção de personagens, afinal eles são a principal memória que guardamos dos livros que lemos. De alguns ficamos tão íntimos que é como se fossem pessoas que conhecemos de verdade. Mas como criar personagens literários inesquecíveis? Esse é um assunto muito extenso, mas nesse artigo você vai saber como começar a desenvolver seus personagens.

3º lugar

Como ilustrar livros infantis: entrevista com Bruna Assis Brasil

Em se tratando de literatura infantil, a criação literária não termina na finalização do texto. A ilustração é parte fundamental do livro e também ela conta uma história. Ilustradores são co-autores, ou seja, a criação é compartilhada entre o autor do texto e o autor das ilustrações.Nessa entrevista com Bruna Assis Brasil, ilustradora do meu livro Anete, nariz de chiclete, falaremos sobre o processo criativo e também sobre o mercado editorial para ilustradores de livros infantis.

2º lugar

9 dicas para escrever um romance de fantasia

A literatura de fantasia, que há muito tempo já arrebata leitores no país, vive agora um momento de crescimento também para os escritores. As editoras brasileiras têm investido em talentos da terra e cada vez mais é possível ver títulos nacionais ao lado de títulos estrangeiros nas livrarias, e vários com vendagem e repercussão bem consideráveis. Novas editoras e selos têm surgido para aumentar o mercado e a oferta de produtos, ajudando a propagar a literatura de fantasia, como é o caso da revista Bang!, editada e distribuída gratuitamente pela editora Saída de Emergência Brasil, sobre a qual já falamos aqui. Então é hora de tirar o original da gaveta e aproveitar o momento do mercado, ou então começar a escrever agora sua história. Para ajudá-lo nessa tarefa, daremos a seguir nove dicas para escrever um romance de fantasia.

1º lugar

8 lugares imaginários da literatura

Quem nunca sonhou ser levado por Peter Pan para conhecer a Terra do Nunca, visitar o País das Maravilhas com Alice, tomar o trem para Hogwarts ou passar as férias no Sítio do Pica Pau Amarelo ouvindo as histórias de Dona Benta? Esses e outros lugares imaginários povoam nossa fantasia desde a infância, mas não estão limitados a ela. A Terra Média e Avalon estão aí para mostrar que até mesmo os adultos gostariam de poder mergulhar em lugares assim. São muitos os reinos da fantasia, nesse artigo trouxemos oito deles para você relembrar.

Agora que já revisitamos alguns dos melhores momentos do blog nessa retrospectiva 2013, rumo a 2014. O que você gostaria de ver por aqui no próximo ano? Deixe sua sugestão nos comentários e Feliz 2014!

Escritora, crítica literária, jornalista e professora universitária. Trabalha com criação de textos e preparação de originais. Desenvolve cursos e palestras na área de Criação Literária e Escrita Criativa.

Ronize Aline

Escritora, crítica literária, jornalista e professora universitária. Trabalha com criação de textos e preparação de originais. Desenvolve cursos e palestras na área de Criação Literária e Escrita Criativa.

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